Os 30 exercícios que mais queimam calorias

“Há inúmeras boas razões para sair do sedentarismo e se exercitar. Para os que têm como objetivo a perda de peso, uma pesquisa da Clínica Mayo – uma das organizações médicas mais conceituadas dos Estados Unidos – pode servir de bússola.

Os pesquisadores criaram um ranking com atividades que mais queimam calorias. Os gastos calóricos variam de acordo com o nível de intensidade da atividade e com o peso de cada indivíduo. Quanto maior seu peso, mais calorias tende a perder.

Confira a lista a seguir e quantas calorias, em média, cada atividade queima em uma hora:

1 – Corrida intensa (a uma velocidade 12 km/h )- 861 – 1.074 cal

2 – Pular corda – 861-1.074 cal

3 – Jogar futebol – 752-937 cal

4 – Fazer tae kwon do – 752-937 cal

5 – Nadar com movimentos rápidos – 715-892 cal

6 – Subir escadas correndo – 657-819 cal

7 – Corrida leve (a uma velocidade de 8 km/h) – 606-755 cal

8 – Jogar tênis – 606-755 cal

9 – Fazer escalada – 606-755 cal

10 – Jogar futebol americano – 584-728 cal

11 – Jogar basquete- 584-728 cal

12 – Patinar – 548-683 cal

13 – Fazer exercício aeróbico de alto impacto – 533-664

14 – Praticar esqui aquático – 438-546 cal

15 – Patinação no gelo 511-637 cal

16 – Fazer caminhadas em terrenos irregulares – 438-546 cal

17 – Nadar com movimentos leves – 423-528 cal

18 – Fazer hidroginástica – 402-501 cal

19 – Praticar canoagem – 256-319 cal

20 – Praticar halterofilismo – 365-455 cal

21 – Corrida leve (trotando na esteira) – 365-455 cal

22 – Fazer exercício aeróbico de baixo impacto – 365-455 cal

23 – Jogar golfe – 314-391 cal

24 – Praticar power yoga – 292-364 cal

25 – Jogar vôlei- 292-364 cal

26 – Pedalar a menos de 16 km/h – 292-364 cal

27 – Praticar Tai chi chuan – 219-273 cal

28 – Jogar Boliche – 219-273 cal

29 – Dança de salão – 219-273 cal

30 – Fazer uma caminhada lenta – 204-255 cal

fonte: catraca livre

Brinquedo que não tem

“O papai foi com a gente no carrinho do Papai Noel, não é, mamãe?” Muito mais breve do que eu imaginava, Elis, aos dois ano e meio, já consegue notar que nem sempre o mundo acolhe as necessidades de um cadeirante e também já vibra com as pequenas conquistas inclusivas em família.

Era apenas um passeio despretensioso no shopping para que ela visse as luzes natalinas, os enfeites e puxasse a barba do velho do saco, mas quando se sai com criança o potencial de surpresas é sempre incontrolável.

Após uma sessão de fotos com pinheiros gigantes, guirlandas e jujubas chegava a hora do gira-gira, formado por renas e trenós. “Veeem, pai”, gritava a menina, que foi logo engambelada pela mãe e me poupou da vertigem.

Embora houvesse uma rampa para acessar o brinquedo, fiquei de fora tirando fotografia e viajando nos pensamentos do quanto a vida da voltas, literalmente. Eu, que nunca embarquei em gira-gira nenhum em minha infância, contemplava minha menina alucinada sobre um bicho de pelúcia bem menos charmoso que um veado do Cerrado.
Dali, ela quis ir ao escorregador, que simulava a grande fábrica de presentes de Noel. Enganchou-se logo no primeiro degrau, bem antes do tubo da felicidade deslizante. Corre a mãe para ajudá-la. Fiquei na torcida, emanando pensamentos positivos. Deu tudo certo. Muitas risadas, muita alegria.

Eis que surge em nosso trajeto encantado pela “Lapônia” plastificada uma fila daquelas rabugentas cheia de crianças ansiosas e pais suando para mantê-las com um mínimo de compostura. Elis não titubeia e nos amarra em seu desejo urgente:

“É a casa do Papai Noeeel, vamos! Tem trenó, papai!”

Nessas horas, não tem outra solução a não ser segurar firme na mão de nossa senhora da bicicletinha e enfrentar a fila, a ansiedade da menina e a vontade de mandar o espírito natalino às favas.

Os olhos de Elis soltavam feixes de pura fofura a cada vez que saía um novo trenó de dentro da casa trazendo um pequeno radiante e pedindo pra ir de novo, “só mais uma vez”.

“Nesse você vai, né, papai?”. Contaminei demais minha filha com a política do “todo mundo junto” e agora me vejo em maus lençóis tendo de dizer a ela que nem tudo poderemos seguir atados. É uma sensação estranha, uma certa impotência de viver, mas que faz parte dessa jornada “malacabada”.

Nesse momento, somos abordados por uma ajudante de Noel, toda vestida de verde. “Você vai embarcar também? Temos um trenó acessível para pessoas com deficiência”. Relutei, em princípio, mas tive de ceder ao sonho de minha menina de ver sua galera curtindo lado a lado aquele momento tão lúdico.
Desmonta o trenó, traz uma rampa móvel, leva o papai para dentro do carrinho, ata o cinto de segurança, testa se vou suportar a velocidade de 5Km/h e a fila vai ganhando mais e mais gente, pois. para que eu entrasse, o passeio de todos teve de aguardar por alguns momentos. Só quem parecia nada chateada com a espera era Elis.

Vi a “neve”, presentes caindo da chaminé, Papai Noel se balangando e minha filha em êxtase. Lembrei da exclusão da minha infância, de minha mãe passando comigo sempre longe dos brinquedos e parquinhos. Criança muda a vida da gente. Felicidade é brinquedo que não tem.

Por Jairo Marques

Enxaqueca

Tenho uma amiga que escuta o Ondas de Saúde (lembram-se do programa que produzo e apresento?) e me ligou perguntando se mesmo com crises de enxaqueca deve continuar as suas caminhadas diárias.

Antes de mais nada é preciso saber se o diagnóstico está correto e se conhece o fator desencadeante, respondi a minha amiga. Acho que meu comentário serve para qualquer pessoa que esteja com a mesma dúvida. Caso você tenha certeza do seu diagnóstico, você gostaria de saber se pode caminhar mesmo nas crises de enxaqueca. Pois bem, em geral o quadro de crise de cefaleia dura de 4 a 72 horas, unilateral e pulsátil, algumas pessoas apresentam concomitantemente náusea, irritabilidade, sensibilidade à luz, tontura, vômitos e outros tantos. A enxaqueca também pode se manifestar com aura, que é chamada aura visual, que se apresenta como flashes de luz.

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Só sabendo desses sintomas é possível saber se você pode ou não fazer alguma atividade física. A maioria das pessoas que tem a enxaqueca preferem se isolar e ficar em um quarto escuro nos momentos da crise. Se for esse o seu caso, amigos, veja se o uso de um óculos escuro e a caminhada em um ambiente mais tranquilo pode resolver o seu problema. Conheço muitas pessoas com enxaqueca que usam esses recursos – óculos escuro e ambiente tranquilo – e conseguem se movimentar diariamente, com ou sem crise.

Imagino que o sofrimento de muitos seja enorme com as crises mas, alguma coisa precisa se fazer, além do acompanhamento de um médico. Os especialistas recomendam aos pacientes a fazer um diário de bordo, anotar tudo o que pode desencadear a enxaqueca, e assim, tentar evitar “esses disparos”. Além dos medicamentos, tente fazer das caminhadas uma alternativa para o seu problema.

Espero que tenha ajudado às pessoas com enxaqueca, boa sorte no seu tratamento. Se puder, não deixe de se exercitar.

 

 

É de graça

A capa do livro abaixo é referente à uma tradução que fiz de um livro espanhol sobre  nutrição. Meus honorários foi uma sugestão minha, que o livro estivesse gratuitamente para o público. Pois bem, como o lançamento da primeira edição ocorreu anos atrás, agora aproveito para divulgar um nova edição. O livro continua no mesmo lugar – no canto inferior direito, está em PDF, é só copiar e colar para a sua máquina ou imprimi-lo.

Boa leitura!!!

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